domingo, 8 de novembro de 2020

A essência poligâmica do homem e a manipulação exercida pelas mulheres

Em um excelente ensaio sobre sexualidade, intitulado «O Sexo polígamo», publicado em 1974 em Munique, Esther Villar, escritora argentino-alemã, nascida em Buenos Aires em 16 de Setembro de 1935, uma feminista muito inteligente, desenvolveu a tese de que as mulheres são as principais responsáveis da sua própria infelicidade por manipularem os instintos dos homens: oferecem-lhes sexo, elogios, «amor» e «romance» para os controlarem emocional e socialmente.

Assim, sustentou, no seu livro «O homem domado» que, ao contrário do que dizem as feministas, as mulheres, nas sociedades industrializadas, não são oprimidas mas, na verdade, beneficiam de um sistema bem estruturado de manipulação dos homens que domestica estes como "maridos fiéis" e "bons chefes de família", "bons empresários", "bons cristãos", etc. Esther Vilar recebeu ameaças de morte, como Salman Rushdie, e foi classificada de "sexista" e de "fascista" por feministas radicais. Segundo Esther, cada homem possui duas tendências que o levam a conquistar amorosamente a mulher: o instinto nutriente ou protector, que o leva a ter uma esposa que respeita e ama como se fosse pai; o instinto sexual puro, que o leva a buscar uma amante ou sucessivas amantes ou mesmo prostitutas de rua. Assim todos os homens são polígamos, potencialmente.

Escreve Esther Vilar: 

«A poligamia simultânea é a verdadeira poligamia: o homem possui várias mulheres e deseja conservá-las todas só para si. A poligamia sucessiva está escalonada no tempo: o homem tem duas mulheres mas desembaraça-se de uma antes de se encarregar da outra. A poligamia esporádica é ocasional, como o seu nome indica; na poligamia simbólica, o homem satisfaz o seu instinto sexual sem companheira. Um homem rico decidir-se-á pela poligamia simultânea ou sucessiva e geralmente não concederá qualquer valor à poligamia esporádica ou à simbólica.»

«É no polígamo simultâneo - o homem que tem ao mesmo tempo esposa e amante - que mais claramente se manifesta o abismo que separa o objecto protegido do objecto sexual. O protector não abandona o objecto que protege, garante mesmo as suas necessidades melhor que antes, mas desde o início do seu período polígamo, toda a relação sexual com o objecto protegido torna-se uma farsa. É de supor que o homem que encontrou uma verdadeira parceira sexual preferirá não ter mais qualquer relação deste género com o objecto da sua proteção. Para lhe evitar toda a mágoa - o que faz parte do seu papel de protector - dedica-lhe apesar de tudo, algum tempo, mas tão directamente, tão simplesmente quanto possível. Dali em diante reserva para a outra todos os matizes do seu erotismo.Não obstante esta hipocrisia, não obstante a angústia de ser descoberto e do aumento dos seus encargos financeiros, o polígamo simultâneo - aquele que pode satisfazer ao mesmo tempo o seu instinto sexual e o seu instinto nutriente sobre dois objectos diferentes - parece mais descontraído do que na época em que era monógamo. Considera este sentimento de plenitude como a prova da existência, em todos os homens, de uma predisposição para a poligamia.» 

«Mas dá-se então algo de curioso: em vez de confessar o seu novo amor, continua a empregar esta palavra para definir o sentimento que experimenta pela sua esposa, pelo objecto da sua proteção. E pelo contrário, pretende estar apenas dominado por uma espécie de «embriaguês», de uma "possessão provisória" por parte da sua "amante" como aliás se explica pela palavra francesa (maitresse). Fala das suas relações com ela - dos sentimentos para com a mulher que é afinal a sua verdadeira mulher - como algo de inferior, por vezes mesmo de detestável. Tem a impressão de ter "caído" na devassidão; esta mulher, pensa ele, apela "para os seus mais baixos instintos". Se a sua esposa um dia lhe dirige censuras, declara-lhe que não a compreende: porque com a outra não há mais do que um "assunto sexual" que nada tem a ver com o amor

(Esther Vilar, Sexo Polígamo, Editorial Futura, Carlos & Reis Lda, Lisboa, 1978, pp. 65-66; o destaque a negrito é posto por nós).


O COMPORTAMENTO INTERESSEIRO E ANTI-AMOR DAS MULHERES

 

A sociedade matriarcal que aí está oferece às mulheres um modelo dominante de esposa, e elas seguem-no preferencialmente. Optam por suscitar o altruísmo dos esposos, a segurança, não por estimular a paixão destes e recusam ser os objectos altamente eróticos destes, isto é, menorizam o amor erótico. Escreve Esther Vilar:

«A mulher tem a escolha: pode fazer do homem o seu pai adoptivo ou o seu amante, pode jogar na compaixão ou no desejo sexual do seu companheiro. Enquanto desempenhar o papel de filha que é preciso proteger, provará incontestavelmente que prefere ser objecto de compaixão. Enquanto quiser ser, sob todos os pontos de vista, a mais fraca, a mais nova e a mais tola, enquanto desejar que o homem lhe seja superior, dirigir-se-á abertamente ao altruísmo do seu companheiro, não ao seu amor.»

«Conscientemente, a mulher extravia os sentimentos do homem: tem o aspecto de um ser adulto e um comportamento infantil, exige paixão, porém conserva a cabeça fria, e quando fala de ternura, para ela esta palavra significa proteção. Priva os dois sexos de amor, ela própria a ele renuncia voluntariamente, devendo o homem contentar-se com aquilo que ela permite subsistir: "Aquele que ama verdadeiramente, diz ela, pensa em primeiro lugar na felicidade do seu par." Assim é a definição que a mulher dá de amor e o homem esforça-se por proceder de acordo com isto.»

(Esther Vilar, Sexo Polígamo, Editorial Futura, Carlos & Reis Lda, Lisboa, 1978, pp. 127-128; o destaque a negrito é posto por nós).

 

AS CONDIÇÕES PARA UM VERDADEIRO AMOR HOMEM-MULHER

 

Segundo Esther Vilar, a poligamia não é inevitável no que se refere aos homens e às mulheres. O amor eterno, monógamo, baseado na paixão erótica e na comunhão espiritual, no ciúme e na fidelidade, é possível, embora muito raro: é preciso ter muito boa sorte para encontrar a alma gémea e acasalar com ela. Escreve Esther:

«1. O AMOR É MONÓGAMO

«Certamente que posso deixar-me amar por dois parceiros, mas não posso amar mais que um.» (...)

2. O AMOR É CIUMENTO

«Se o meu amado definiu uma outra, que não eu, pelo seu amor eu perco a minha individualidade. Torno-me como a outra que ama aquele que eu amo (uma vez que o amor é monógamo ele não ama ninguém, mas disso não tenho eu consciência) eu torno-me uma espécie de duplo. Para que volte a ser única, tenho de matar o meu duplo ou procurar outro amante».

«O ciúme não é um sinal absoluto de amor, mas não pode haver amor sem ciúme. A tolerância não é uma prova de amor mas precisamente o seu contrário. » (...)

«3. O AMOR É FIEL.

«Se empreendo qualquer coisa de que o meu parceiro actual nada sabe, as definições que de mim dê já não são precisas. A infidelidade sexual só é possível se eu não conceder, para assim o dizer, qualquer valor às suas definições; se eu já não o amar.»

«Pode o amor durar

«O amor entre um homem e uma mulher pode durar toda a vida. Não existe qualquer razão constrangedora para que um casal que pelos dezassete anos sente um amor recíproco não o continue a sentir com setenta anos. Se tal sentimento é raro na prática isso é devido a causas que já mencionámos: por um lado, avalia-se o amor entre um homem e uma mulher pelo amor pelo próximo; por outro, a oferta de parceiros adequados é insuficiente.»

«O que é em amor um parceiro adequado? Recordemos as duas condições prévias para que possa haver amor entre um homem e uma mulher:

a) A maior oposição possível do ponto de vista físico.

b) A maior semelhança possível do ponto de vista intelectual.» (...)

«Escolhemos instintivamente o parceiro que manifestamente difere de nós do ponto de vista físico.»

«Mas quase sempre, a semelhança intelectual fraqueja. Contudo é indispensável pelas seguintes razões:

«1. Quando um parceiro sexual é muito mais estúpido que o outro, este quer instintivamente manobrá-lo. Quem quer que satisfaça o seu desejo sexual com um inferior tem a impressão de abusar dele. Este tipo de sexualidade origina sempre um comportamento sexual errado (incesto, poligamia) e um sentimento de culpa (castidade).»

«2. Quando a semelhança intelectual falha, os parceiros não podem definir-se reciprocamente. O intelectualmente mais fraco não pode precisar ao outro o que ele é, nem compreendê-lo.»

(Esther Vilar, Sexo Polígamo, Editorial Futura, Carlos & Reis Lda, Lisboa, 1978, pp. 90-92; o destaque a negrito é posto por nós).

Fonte: https://filosofar.blogs.sapo.pt/esther-vilar-a-poligamica-essencia-do-316901

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Eclesiastes

Quando Salomão escreveu o livro de Eclesiastes ao que tudo indica tinha sessenta esposas (rainhas) e oitenta as concubinas (Cânticos 6:8) dando um total de cento e quarenta mulheres. Posteriormente, admitiu mais seiscentas e vinte concubinas e duzentos e quarenta esposas. 
Daí, ver-se que não tem relação alguma com perda de amor com a atual esposa a pretensão ou interesse de querer mais.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Incesto

Maaca era esposa de Davi com o qual teve Absalão e Tamar.
Absalão teve uma filha com esse mesmo nome, em tese uma homenagem à sua mãe, que foi esposa de Roboão. Com Maaca, Roboão teve seu filho Abias. 1 Reis 15.2 e 2 crônicas 11:21.
Abias, tomou sua mãe por esposa com a qual gerou Asa - 1 Reis 15.10, que o sucedeu no trono.
Vê-se que Asa foi fruto de uma relação incestuosa.

domingo, 22 de março de 2020

Poligamia, catolicismo e cristandade hipócrita

De acordo com o Padre Eugene Hilman, em sua obra "Polygamy Reconsidered", p. 140, até mesmo com relação ao período neo testamentário frisa que: "Em parte alguma do Novo Testamento há uma orientação expressa de que o casamento deve ser monogâmico ou qualquer orientação que proíba a poligamia". Além disso, Jesus Cristo não falou contra a poligamia, embora ela fosse praticada pelos judeus de sua época. O Padre Hillman chama a atenção para o fato de que a Igreja, em seus primórdios, proibiu a poligamia, a fim de adequar-se à cultura greco-romana (que prescrevia somente uma esposa legal, enquanto que tolerava o concubinato e a prostituição). Ele inclusive citou santo Agostinho que escreveu: "Agora, em nosso tempo, e de acordo com o costume romano, não é mais permitido tomar uma outra esposa", dando nos provas de se tratar de um genocídio cultural pela qual a cultura greco-romana sobrepujou a cultura judaico-cristã.
Portanto, vê-se que a poligamia nunca foi repelida biblicamente bem como a monogamia nunca foi uma autêntica injunção cristã a ser alçada como doutrina.
Nos trechos acima, tanto para Santo Agostinho quanto para o Padre Hillman a poligamia foi vetada pela igreja católica, não com fundamento na Bíblia, mas para se ajustar à cultura Greco-romana a quem queria agradar em troca dos benefícios de privilégios estatais. Ou seja, preferiu a glória do homem em detrimento da glória do criador cuja defesa foi explícita em Números 12, castigando Miriã por sua oposição.
Cumpre frisar que a cultura Greco-romana tolerava tanto a prostituição financeira quanto a cultual em cujo cultos aos deuses, era comum as orgias como parte da liturgia sacrificial. Ou seja, não se trata, nem de longe, de uma cultura sacra a ser alçada como padrão de moralidade à nortear a doutrina sobre a constituição da família bíblica.
Vê se, portanto que a poligamia, nos moldes bíblicos, foi combatida por um genocídio cultural e não por se tratar de uma extração de mandamentos bíblicos.
Os países ditos "cristãos" fazem um culto à monogamia, mas, na verdade, eles praticam a poligamia. Ninguém ignora a existência das amantes na sociedade ocidental, das "uniões estáveis" em que um dos conviventes estão "legalmente" casado à outra pessoa. sobre essa questão, o Islã é fundamentalmente honesto já que permite a poligamia e proíbe vigorosamente todas as associações clandestinas, a fim de salvaguardar a probidade moral da comunidade.
Na comunidade brasileira o "concubinato" passou a ter tanto proteção constitucional quanto legal vide § 3° do art. 226 da Constituição Federal e Lei nº 9.278/96, onde estabelece direitos e proteção para tais amantes que se dispõem ao abandono do lar e tornam pública, notória e estável a relação que aos olhos da monogamia seria "adultério". Isso, é, evidentemente, uma poligamia não declarada, espúria e hipócrita.
No entanto
Vê-se que a monogamia não tem extração moral. Cuida, na verdade, de um arranjo pelo qual o Estado/Igreja premiam a infidelidade e punem a honestidade. Este é um dos paradoxos fantásticos de nosso mundo "civilizado".
Por fim, como bem pontuou o Reverendo David Gitari, da Igreja Anglicana: "a poligamia, como idealmente praticada, é mais cristã do que o divórcio/separação e o 'novo' casamento".

Polígamos bíblicos

Abraão teve 3 esposas: Sara (Gênesis 16, 18), Agar (Gênesis 18.6) e Quetura (Gênesis 25.1, 3, 6)
Jacó teve 2 esposas e 2 concubinas - 4 no total

Moisés teve 2 esposas - 2 no total

Gideão tinha 70 filhos. Naturalmente nos induz à várias esposas visto que humanamente impossível uma única mulher conceber tantos filhos. Juízes 9:2

Abdom tinha 40 filhos. Naturalmente nos induz à várias esposas visto que humanamente impossível uma única mulher conceber tantos filhos. Juízes 12:13,14

Jerubaal

Jerubaal

Jerubaal

Jerubaal

Davi teve 8 esposas e 10 concubinas - 18 no total - referências: 

Salomão teve 700 esposas e 300 concubinas – 1000 no total - referências:

Roboão teve 18 esposas e 60 concubinas – 78 no total - referências:

Acabe tinha 70 filhos. Naturalmente nos induz à várias esposas visto que humanamente impossível uma única mulher conceber tantos filhos. 2 Reis 10.1

A tribo de Issacar era numerosa em decorrência de sua cultura predominantemente poligâmica - 1 Crônicas 7:4. Cumpre frisar que Issacar foi um filho dado por Deus a Lia retribuindo sua benevolência polígama ao ter dado sua serva Zilpa por mulher a Jacó. Outra benção divina sobre a tribo de Issacar era os conhecimentos de agronomia, astronomia, geologia, física e ou geografia, conforme resume 1 Crônicas 12:32, que instruíam o que o restante de Israel deveriam fazer.

O casamento perante Deus

Em Malaquias 2:15, Deus diz que pelo casamento fez somente um, não porque lhes faltassem espírito para mais de um e sim porque ele busca de tal unidade uma descendência que lhe seja sua. Portanto, ordena Deus que nos guardemos nosso espírito (união), e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.

Família do Rei Davi

AS ESPOSAS DO REI DAVI 

Mical foi a primeira esposa singular de Davi. Filha do Rei Saul, casou-se com Davi quando ele ainda não era rei (1ª Samuel capítulo 18, vers. 20 em diante e cap. 19, vers. 11). Pois bem. Como Saul queria matar Davi porque Deus havia entregue o reinado nas mãos dele, Mical ficou sabendo do plano assassino de seu pai e avisou tudo para ele, que fugiu de madrugada para não morrer e sua esposa ficou, em respeito ao seu pai. Para se vingar, Saul acabou com o casamento entre Davi e Mical, entregando-a para um outro homem chamado Palti. (1ª Samuel, cap. 25. vers. 44). Mical amava demais a Davi e sofreu muito com a separação. Infelizmente Davi não teve filhos com ela porque o casamento durou pouco tempo.

A segunda esposa de Davi se chamava Abigail. Ora, Abigail foi casada com Nabal, um homem rico e muito avarento que desafiou o rei Davi. Nabal morreu doente e Davi se apoderou da mulher dele e se casou com ela (1ª Samuel cap. 25, versículo 36 em diante). Desse relacionamento nasceu Quileabe (2ª Samuel, cap. 3, vers. 3).

Terceira esposa de Davi foi Ainoã. O interessante dessa história é que Ainoã era esposa de Saul (1ª Samuel, cap. 14, vers. 50) e quando ficou viúva, já que Saul se matou, Davi a tomou por mulher (1ª Samuel cap. 25, vers. 43). Desse matrimônio nasceu Amnon (2ª Samuel cap. 3, vers. 2).

O quarto casamento de Davi foi com Eglá e está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 5. O interessante é que a Bíblia não diz como se iniciou esse relacionamento e nem como terminou. Desse quarto relacionamento nasceu Itreão (2ª Samuel, cap. 3, vers. 5).

O quinto matrimônio de Davi foi com Maaca e está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 3. Desse casamento nasceram dois filhos: Absalão e Tamá. Pois bem. Tamá era uma mulher muito bonita e formosa e foi estuprada pelo irmão Amnon, filho de seu pai com Ainoã. Amnon era o filho mais velho de Davi e possivelmente era quem iria assumir o trono com a morte do rei.

A sexta esposa de Davi se chamava Hagite. Não se tem muita informação desta mulher, mas alguns registros dão conta de que ela era uma dançarina muito bonita e Davi se encantou por ela. O início do relacionamento está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 4. Desse casamento nasceu Adonias (2ª Samuel, cap. 3, vers. 4). O que tentou se apoderar do trono de Israel quando seu pai estava velho (1ª Reis, cap. 1).

O sétimo casamento de Davi ocorreu com Abital. Esse matrimônio está registrado em 2ª Samuel, cap. 3, vers. 4 e da mesma forma a Bíblia não diz como se iniciou esse relacionamento. Dessa união nasceu Sefatias (2ª Samuel, cap. 3, vers. 4).

E por fim, o oitavo casamento de Davi se deu com Betseba. Essa mulher era esposa de Urias, soldado fiel de Davi e a que mais o encantou. Dessa relação descendeu Salomão por quem segue a linhagem real de Davi.

Total: 8 esposas.


AS CONCUBINAS DO REI DAVI 

E saiu o rei, com toda a sua casa, a pé; deixou, porém, o rei dez mulheres concubinas, para guardarem a casa. 2 Samuel 15:16

Vindo, pois, Davi para sua casa, em Jerusalém, tomou o rei as dez mulheres, suas concubinas, que deixara para guardarem a casa, e as pôs numa casa sob guarda, e as sustentava; porém não as possuiu; e estiveram encerradas até ao dia da sua morte, vivendo como viúvas. 2 Samuel 20:3 

Não mencionadas nominalmente. Apenas quantificadas as que deixou. Nada impede que junto com a sua família tenha levado outras concubinas. 2 Samuel 15:16; 2 Samuel 20:3

Com certeza, porém Davi teve 8 esposas e 10 concubinas – 18 no total; 

Vê-se que no tocante à regimes matrimoniais – esposas e concubinas – tem efeitos meramente terrenos. Em nada altera do ponto de vista divino. Na referência abaixo deixa bem claro para que Deus não considera pecado ter concubinas: 

“Porquanto Davi tinha feito o que era reto aos olhos do Senhor, e não se tinha desviado de tudo quanto lhe ordenara em todos os dias da sua vida, senão só no negócio de Urias, o heteu.” 1 Reis 15:5


FILHOS DE DAVI

E estes foram os filhos de Davi, que lhe nasceram em Hebrom: 

O primogênito, Amnom, de Ainoã, a jizreelita; 

O segundo Quileabe, de Abigail, a carmelita. Em 1Cr 3:1 ele é chamado de Daniel;

O terceiro, Absalão, filho de Maaca, filha de Talmai, rei de Gesur; 

O quarto, Adonias, filho de Hagite;

O quinto, Sefatias, de Abital; 

O sexto, Itreão, de Eglá, sua mulher;

Seis filhos lhe nasceram em Hebrom, porque ali reinou sete anos e seis meses; e trinta e três anos reinou em Jerusalém.

E estes lhe nasceram em Jerusalém: 

Siméia/Samua, e Sobabe, e Natã, e Salomão; nasceram-lhe mais Ibar, Elisama, Elpelete, Nogá, Nefegue, Jafia, Elisama, Eliada, e Elifelete. 19 no total.

Todos estes foram filhos de Davi, afora os filhos das concubinas e Tamar, irmã deles.

1 Crônicas 3:1-9

Total de filhos nominais: 20

Teve ainda Jerimote pai de Maalate, primeira esposa de Roboão.

Filhos não nominais: sem parâmetros.






A essência poligâmica do homem e a manipulação exercida pelas mulheres

Em um excelente ensaio sobre sexualidade, intitulado «O Sexo polígamo», publicado em 1974 em Munique, Esther Villar, escritora argentino-ale...